Bom Dia Flor do Dia!
Ressuscitados e Ressuscitadas no Senhor. “Vaso de Barro, novo Templo de Deus”.
Neste 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM, O Mistério da Páscoa da Senhor, nossa Páscoa Semanal, início da 1ª Semana do Saltério, a Igreja plena do Espírito Santo, pelas Leituras (Ano C), nos faz compreender o significado de: “A RIQUEZA PARA CONSTRUIR A FRATERNDADE” (Só para isso ela serve...), nos esclarecendo:
Que não tenhamos a soberba de fustigar o Senhor com imposição direta ou indireta dos nossos devaneios, uma falsa religião, seremos alcançados por Sua tristeza...;
Que louvemos sempre o nome do Senhor, ele fez prodígios, amou os pobres, ensinando-nos a amá-los...;
Que o que dermos não se pareça com uma esmola, para que não percamos a administração da vinha do Senhor nosso Deus...;
Que tudo o que fizermos deve ser do agrado do Homem novo, para que tenhamos a oportunidade de representá-Lo dignamente... Reflitamos!
Conclusão: O texto apresentado é profundamente marcado pela espiritualidade bíblica e litúrgica da Igreja, e sob um olhar católico podemos destacar alguns pontos principais: A expressão “Ressuscitados e Ressuscitadas no Senhor” remete à vida nova recebida no Batismo (cf. Rm 6,4-5; Cl 3,1). O cristão, incorporado a Cristo, é chamado a viver como “novo Templo de Deus”, isto é, morada do Espírito Santo (cf. 1Cor 3,16). O “vaso de barro” lembra a fragilidade humana que, sustentada pela graça, manifesta o poder de Deus (cf. 2Cor 4,7).O texto situa-se no 25º Domingo do Tempo Comum (Ano C), que gira em torno da parábola do administrador infiel (Lc 16,1-13). A Igreja, “plena do Espírito Santo”, recorda que cada domingo é a Páscoa semanal, em que os fiéis participam do Mistério da Morte e Ressurreição do Senhor. A liturgia, assim, conduz os fiéis a refletirem sobre a administração dos bens e a finalidade deles no plano de Deus: não o acúmulo egoísta, mas a construção da fraternidade. O texto acerta ao dizer: “A riqueza só serve para construir a fraternidade”. Isso corresponde ao ensinamento da Doutrina Social da Igreja, especialmente na destinação universal dos bens (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, n. 171-184). O que possuímos não deve nos fechar em soberba ou falsa religiosidade, mas ser instrumento de caridade, justiça e partilha. Ao destacar que o Senhor “fez prodígios, amou os pobres, ensinando-nos a amá-los”, o texto se harmoniza com a centralidade evangélica: Jesus Cristo se fez pobre e próximo dos pequenos (cf. 2Cor 8,9; Lc 4,18). O louvor autêntico a Deus se traduz em obras de misericórdia e na opção preferencial pelos pobres, marca característica da Igreja católica...
Introdução ao Mistério Celebrado: Irmãos e Irmãs, agora na companhia do Paráclito, que nos sustenta na caminhada com mão firme, deixemos que ele nos indique o caminho para vivermos a vida na consciência de que a for transformadora da Palavra e a presença Dele, nos demonstra o seu amor...
Coleta: Ó Deus, que reunistes toda a sagrada lei no amor a vós e ao próximo, concedei-nos que, observando os vossos mandamentos, mereçamos chegar à vida eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente não esqueçamos, sejamos todos alinhados no perscrutamento dos pensamentos de Deus, e a Sabedoria nos impulsionará para um viver que O espelhe plenamente, tanto na propriedade como na dignidade, nos tornando seus espelhos fidedignos, para que todos O conheçam realmente... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 21/09/2025