Gutemberg Maciel

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Bom Dia Flor do Dia!
Ressuscitados e Ressuscitadas no Senhor. “Vaso de Barro, novo Templo de Deus”.
Neste 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM, O Mistério da Páscoa da Senhor, nossa Páscoa Semanal, início da 2ª Semana do Saltério, a Igreja plena do Espírito Santo, pelas Leituras (Ano C), nos faz compreender o significado de: “DEUS TORNA JUSTO QUEM O BUSCA COM FÉ”, nos esclarecendo:
Que existe dois modos de conhecer o homem e sua relação com Deus: pela sua oração de graças a Deus, sincera ou aparente; ou por uma oração verdadeira que demonstre o reconhecimento da culpa, e de não ter méritos perante Deus...;
Que o pobre em Espírito, busca a Deus, e Ele o escuta, pela humildade e sinceridade, a verdade está nele, nas suas ações e palavras, no nosso viver de servo...;
Que somos realmente justificados pela fé demonstrada na entrega plena, em Jesus Cristo, divino e humano, substancial ao Pai...;
Que não devemos esquecer que a fé, fonte de vida nova, nos une a Cristo Jesus, nos transferindo uma “identidade filial”, quando nos coloca como irmãos, por sermos filhos adotivos... Reflitamos!
Conclusão: Prazeroso texto — ele expressa de modo profundamente espiritual uma meditação litúrgica e teológica coerente com a fé católica. Vamos analisá-lo sob um olhar católico, dividindo os principais aspectos doutrinais e espirituais: Contexto litúrgico: O texto se situa no 30º Domingo do Tempo Comum (Ano C), e faz referência ao Mistério Pascal, celebrado em cada domingo — a “nossa Páscoa semanal”. Esta introdução já expressa a consciência de que toda celebração dominical é memorial da Ressurreição de Cristo, centro da fé cristã (cf. CIC 1166). A menção ao Saltério e à Igreja plena do Espírito Santo demonstra sintonia com a espiritualidade litúrgica da Igreja, que celebra em comunhão com todo o Corpo Místico de Cristo.  “Deus torna justo quem O busca com fé” — tema central - Este é o núcleo teológico do texto, claramente inspirado no Evangelho de Lucas 18,9-14 — a parábola do fariseu e do publicano — proclamado justamente no 30º Domingo do Tempo Comum do Ano C.
A mensagem é essencialmente paulina e evangélica: “O homem não é justificado pelas obras da Lei, mas pela fé em Jesus Cristo” (Gl 2,16). A justificação pela fé não é um ato meramente jurídico, mas uma transformação interior realizada pela graça de Deus, que torna o pecador justo, comunicando-lhe a vida divina (CIC 1987-1991). E a oração soa como expressão da verdade do coração - O texto diferencia duas formas de oração: uma aparente, marcada pela autossuficiência e vanglória; e outra verdadeira, nascida do reconhecimento da culpa e da humildade. Essa distinção reflete a espiritualidade bíblica e patrística: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4,6). A verdadeira oração brota da pobreza espiritual — uma atitude interior de quem se sabe dependente de Deus, como ensina a primeira bem-aventurança: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus” (Mt 5,3). Justificados e tornados filhos adotivos. Ao dizer que “a fé nos transfere uma identidade filial”, o texto reflete diretamente a doutrina paulina da adoção divina: “Todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3,26). Essa filiação é comunicada no Batismo, que nos une a Cristo e nos incorpora à Igreja (CIC1265-1270). Ser “irmãos” e “filhos adotivos” é viver a comunhão eclesial e a caridade fraterna, sinais concretos de uma fé viva.  (2,3,5)
Introdução ao Mistério Celebrado: Irmãos e Irmãs, agora na companhia do Paráclito, que nos sustenta na caminhada com mão firme, deixemos que ele, pela nossa fé, nos oriente a desenvolver nosso viver no viver de Jesus Cristo, procurando de tudo, fazer a Sua vontade...
Coleta: Deus eterno e todo poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e, para merecermos alcançar o que prometeis, fazei-nos amar o que ordenais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente não esqueçamos que o cristianismo é solidificado pela fé, Dom de Deus, na qual devemos perseverar durante todo nosso viver, com denodo, fazendo a vontade do Pai... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 26/10/2025
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