Gutemberg Maciel

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REFLEXÃO!
Reflexão Diária: Irmãos e Irmãs, 🙏louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! As Leituras desta 2ª Feira da 33ª Semana do Tempo Comum; 1ª do Saltério, nos faz refletir sobre o fato de que nos liguemos quanto ao que o texto exorta sobre: O texto parte de três pilares muito presentes na espiritualidade cristã: A identidade do cristão como “Vaso de Barro” e “Templo de Deus” – 1. O mistério do Reino já presente, mas ainda não plenamente consumado; 2. A atitude de vigilância e súplica confiada ao Senhor; 3. a atitude de vigilância e súplica confiada ao Senhor. Santa Isabel da Hungria: modelo de Reino já presente: O texto lembra a memória de Santa Isabel da Hungria, terciária franciscana, modelo de caridade radical, pobreza evangélica e identificação com Cristo nos pobres. Ela expressa perfeitamente o tema central do evangelho proclamado na liturgia desta semana: O Reino já está entre nós, mas ainda não se completou. Santa Isabel viveu o já do Reino — na misericórdia e na doação total — enquanto apontava para o ainda não — a perfeição definitiva que só se realiza no céu. Seu testemunho reforça a compreensão católica da dimensão social do Reino, que não é apenas espiritual ou interior, mas também concretamente vivido no cuidado dos necessitados. O Reino está entre nós, mas ainda não se completou” — Doutrina do “já e ainda não” Eis uma verdade fundamental da teologia católica: 1. Já: porque Cristo inaugurou o Reino com sua encarnação, morte e ressurreição; ele já age na Igreja, nos sacramentos e na vida dos fiéis. 2. Ainda não: porque o Reino só será pleno na Parusia, quando Cristo vier em glória e Deus for “tudo em todos” (1Cor 15,28). O texto capta bem esse dinamismo e nos chama à atitude de vigilância, discernimento e luz, que caracteriza o tempo presente. “Que o Senhor não permita que percamos a visão…” — A vigilância evangélica. A súplica apresentada ecoa o tema bíblico da vigilância: 1. “Não andemos nas trevas” (cf. Ef 5,8); 2. “Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). A fé católica sempre ensinou que a vigilância espiritual não é medo, mas um estado de prontidão amorosa, sustentada pela graça. O pedido pela luz constante é profundamente bíblico e litúrgico: a luz que ilumina para que, iluminados, também sejamos luz (cf. Mt 5,14). “Vivifiquemos o nosso viver no viver do Filho do Homem” — A conformidade a Cristo. Trata-se da doutrina da configuração a Cristo, especialmente desenvolvida por São Paulo e pela tradição católica: 1. “Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5); 2. “Já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20). O texto expressa bem que a vida do cristão não é mera imitação exterior, mas participação interior na vida do Filho do Homem, pela graça. Isto ecoa a espiritualidade franciscana e a vida de Santa Isabel, que buscou espelhar Cristo em tudo. “Que sabendo pedir... seremos atendidos” — A fé que discerne “Que sabendo pedir... seremos atendidos” — A fé que discerne O texto finaliza com uma exortação sobre o modo cristão de pedir: “Pedi e recebereis” (Mt 7,7); mas também “Não sabeis o que pedis” (Mc 10,38) e “Pedis mal” (Tg 4,3). A fé católica ensina que o verdadeiro pedido é aquele: 1. alinhado à vontade de Deus, 2. feito com confiança, 3. e vivido com perseverança. Já a frase “Ele nos derramará suas graças pela nossa confirmação através da fé” reflete corretamente a doutrina da cooperação entre graça e liberdade humana... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 17/11/2025
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