Gutemberg Maciel

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Bom Dia Flor do Dia!
Convertidos e Convertidas ao Senhor Jesus Cristo, “Vasos de Barro, Templo de Deus”.
Nesta 4ª Feira da 34ª Semana do TC e 2ª do Saltério a Igreja, plena do Espírito Santo,e pelas Leituras nos leva a compreender o significado de: “JESUS CRISTO, REI  DO UNIVERSO. CRISTO, SENHOR DA PAZ E DA UNIDADE”, nos alertando: Que todasas ações que praticamos durante nosso viver como discípulos do Filho e servosdo Pai, serão medidos e avaliados quando do tempo presente, para que recebamoscom fidelidade o salário...; Que acompreensão e a necessidade sejam aliadas, em nosso proceder, quando estaremos conscientesde que devemos louvar e exaltar o Senhor durante todo viver...; Que quandomolestados por causa da nossa vivência no nome do Senhor, e fortificados pelafé façamos frente a todo abuso, seremos agraciados pelo testemunho que nosdirigirá o Todo Poderoso... Reflitemos! Conclusão: O texto situa a reflexão na 34ª Semana do Tempo Comum, que é justamente o período em que a Igreja contempla a Solenidade de Cristo Rei do Universo, encerrando o Ano Litúrgico. A ênfase dada — “Cristo, Senhor da Paz e da Unidade”— é plenamente coerente com a doutrina católica: 1. Cristo é o Rei universal, não no sentido político, mas no sentido espiritual e escatológico, como ensinado por Pio XI em Quas Primas; 2. Seu reinado se manifesta em paz, verdade, unidade, serviçoe entrega amorosa, não em coerção ou domínio mundano; 3. e a Igreja “plenado Espírito Santo” é o espaço onde este reinado já se manifesta, ainda que não plenamente consumado. Assim, o texto está alinhado com a visão católica de que todo o ano litúrgico culmina no reconhecimento de Cristo como centro de toda a história. O texto afirma: “Todas as ações que praticamos durante nosso viver (…) serão medidas e avaliadas…” Isto está perfeitamente de acordo com a fé católica: 1. A salvação é dom gratuito, mas as obras são prova da fé(Tg 2,14-26); 2. Cristo julgará cada pessoa conforme suas obras de amor (Mt25,31-46); 3. O “salário” mencionado remete à linguagem bíblica de recompensa espiritual (Mt 20,1-16; Ap 22,12). O texto chama o fiel à vigilância, tema típico do final do Tempo Comum. Quando o texto diz: “Devemos louvar e exaltar o Senhor durante todo o viver…” Ele expressa a espiritualidade católica: 1. Louvor não é apenas palavras, mas uma forma de vida (Rm 12,1: “culto espiritual”); 2. e A liturgia se prolonga na vida, e a vida alimenta a liturgia. O destaque para consciência e necessidade sugere que o discípulo precisa unir discernimento espiritual com o agir concreto, evitando um cristianismo meramente teórico. Perseguição e fidelidade: testemunho que Deus inspira. A reflexão diz: “Quando molestados por causa da nossa vivência no nome do Senhor (…) seremos agraciados pelo testemunho que nos dirigirá o Todo Poderoso…” Aqui encontramos uma clara ecoação de: 1. Mt5,10-12: “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça.” 2. e Lc 21,12-15: “Eu vos darei palavras e sabedoria” É uma leitura martirialdo discipulado, muito coerente com a espiritualidade católica: 1. O cristãopode enfrentar oposição, mas O Espírito Santo é quem capacita o testemunho, transformando sofrimento em ocasião de graça. O texto mantém uma linha teológica bem integrada: 1. Cristo como Rei do Universo; 2. O discípulo como vaso frágil, mas habitado por Deus; 3. O juízo das obras; 4. O louvor na vida diária; 5. e Afidelidade em meio às provações...
gutapires
Enviado por gutapires em 26/11/2025
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