Mensagem do Dia!
Servos e Servas do meu Senhor nosso Deus cantemos: Estou pensando em Deus, estou pensando no amor...
Ressuscitados e Ressuscitadas no Senhor. “Vaso de Barro, novo Templo de Deus”.
Neste 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM, O Mistério da Páscoa da Senhor, nossa Páscoa Semanal, início da 3ª Semana do Saltério, ‘Domingo da Palavra de Deus’, (instituído pelo Papa Francisco na Carta Apostólica Aperuit Illis), quando manifestamos a nossa adesão plena à Palavra!, a Igreja plena do Espírito Santo, pelas Leituras (Ano A), nos faz compreender o significado de: “JESUS, LUZ DO MUNDO”, nos esclarecendo:
Que estejamos atentos para que, a todo momento, vejamos brilhar a Grande Luz no nosso viver, a causa da dissipação das trevas que o mundo nos envolve, e demonstração da qualidade da nossa fé...;
Que não nos afastemos desta verdade; o Senhor é nossa Luz e Salvação, ele clareia o nosso viver...
Que devemos ter por certo que a Evangelização é a luz que conduzirá o discípulo na missão que o PAI, por intermédio do Filho, nos adestrou...;
Que quando nos propomos a nos entregar verdadeiramente ao projeto divino, verificamos que esta conversão é a intensa Luz que nos conduzirá na caminhada de discípulos de Jesus... Reflitemos! (Orem por mim a Deus!).
Conclusão: Esta reflexão busca mergulhar na profundidade teológica e pastoral do seu texto, situando-o na liturgia deste domingo, 25 de janeiro de 2026, quando a Igreja celebra o III Domingo do Tempo Comum, dedicado como o "Domingo da Palavra de Deus" (instituído pelo Papa Francisco na Carta Apostólica Aperuit Illis).
Convenientemente, hoje também celebramos a Conversão de São Paulo, o que torna sua reflexão sobre a "Luz que conduz na caminhada" ainda mais providencial.
Jesus, a Luz que rompe a Escuridão (Ano A - Mateus 4,12-23)
Neste ciclo litúrgico (Ano A), contemplamos Jesus iniciando sua missão na Galiléia, cumprindo a profecia de Isaías: "O povo que jazia nas trevas viu uma grande luz".
• Dissipação das Trevas: Como você bem aponta, a luz de Cristo não é apenas para ser admirada, mas para ser a "causa da dissipação das trevas". Sob o olhar católico, essas trevas são o pecado, o desespero e a indiferença.
• Demonstração da Fé: Ver brilhar essa luz no cotidiano é o que prova a "qualidade da nossa fé". Não é uma luz teórica, mas uma presença que "clareia o nosso viver", permitindo-nos enxergar Deus mesmo nas situações mais nebulosas.
Jesus, a Luz que rompe a Escuridão (Ano A - Mateus 4,12-23)
Neste ciclo litúrgico (Ano A), contemplamos Jesus iniciando sua missão na Galileia, cumprindo a profecia de Isaías: "O povo que jazia nas trevas viu uma grande luz".
• Dissipação das Trevas: Como você bem aponta, a luz de Cristo não é apenas para ser admirada, mas para ser a "causa da dissipação das trevas". Sob o olhar católico, essas trevas são o pecado, o desespero e a indiferença.
• Demonstração da Fé: Ver brilhar essa luz no cotidiano é o que prova a "qualidade da nossa fé". Não é uma luz teórica, mas uma presença que "clareia o nosso viver", permitindo-nos enxergar Deus mesmo nas situações mais nebulosas.
A Evangelização como "Adestramento" para a Missão
O seu texto utiliza uma palavra forte e bíblica: adestrar.
• Escola do Discipulado: No catolicismo, a missão não é fruto de improviso. O Pai, por intermédio do Filho, nos "adestra" através da Palavra e dos Sacramentos.
• A Luz da Missão: A evangelização não é levar uma lanterna própria, mas ser um espelho que reflete a Luz do Filho. O discípulo é aquele que, iluminado por dentro, torna-se capaz de conduzir outros para fora da escuridão.
Conversão: A Entrega que Ilumina
Você menciona que a "conversão é a intensa luz que nos conduzirá".
• Metanoia: No olhar católico, a conversão (metanoia) é uma mudança de direção. Ao nos voltarmos para Cristo, o Sol da Justiça, o nosso rosto começa a brilhar.
• Adesão Plena: Neste Domingo da Palavra, a nossa adesão ao Projeto Divino é o que "garante" que não caminharemos às cegas. A Palavra de Deus é, como diz o Salmo, "lâmpada para os pés e luz para o caminho".
Reflexão e Comunhão (Orem por mim!) - O pedido de oração final é um gesto de profunda catolicidade: o reconhecimento da Comunhão dos Santos. Ninguém é discípulo sozinho; somos membros de um corpo que se sustenta mutuamente.
Introdução aos Mistérios Celebrados: Irmãos e Irmãs, vivenciando este Ano Litúrgico, o Tempo Comum, experimentemos com profundidade o Mistério pascal de Jesus, vivenciando-o por todo nosso viver, vamos vivificar a Palavra de Deus de tal forma que, costumeiramente ele se torne parte intrínseca do nosso viver...
Coleta: Deus eterno e todo-poderoso, dirigi nossas ações segundo vossa vontade, para que, em nome do vosso dileto Filho, mereçamos frutificar em boas obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente não esqueçamos que o cristianismo é solidificado pela fé, Dom de Deus, o qual seja configura na união de todos os membros do povo de Deus, daí termos que nos intimar com a Palavra para que a faça constante nas nossas obras... Reflitemos! (Orem por mim a Deus!).
gutapires
Enviado por gutapires em 25/01/2026